Hospitais… Um lugar de alta periculosidade!

Você sabia que erros humanos em hospitais matam mais que morte violentas?

Cerca de 148 pessoas morrem por dia em hospitais do Brasil.

É o que revela a pesquisa feita pelo IESS (instituto de Estudos de Saúde Suplementar) e pelo Instituto de Pesquisa Feluma da Faculdade de Ciências Médias de Minas Gerais.

Baixe aqui o 2º. Anuário de Segurança Assistencial Hospitalar do Brasil.

O que leva nossos hospitais serem lugares tão perigosos?

 

É certo que não se trata de uma única causa, porém  dois motivos que mais prevalecem estão vinculados ao descumprimento de protocolos e sobrecarga de trabalho dos profissionais.

Mas, por que as pessoas descumprem os protocolos?

 

A cultura brasileira da informalidade atinge até mesmo o ambiente hospitalar…

Acredite: o brasileiro tem uma resistência a executar rotinas…

Muitas são as desculpas e todas as regras que são postas tentam ser burladas em todas as instancias da sociedade.

E, para nosso azar, dentro das unidades hospitalares também ocorre isso.

As pessoas que muitas vezes conhecem o método correto de fazer, tendem a fazer do seu jeito.

É preciso lembrar que os protocolos são métodos avaliados e aprovados para justamente reduzir a possibilidade erros dentro do ambiente hospitalar. 

Todas as vezes que as pessoas se descuidam, abrem mão de seguir o protocolo, dão margem a cometer os equívocos, não por maldade mas por certa negligência.

É preciso interromper essa cultura de improvisos e métodos próprios e começar a aplicar técnicas validadas que realmente dão segurança.

Investimentos em qualificação da equipe são fundamentais, e estabelecer os protocolos de forma clara e acessível também.

Assim criaremos a cultura de um ambiente hospitalar seguro.

Até semana que vem…

Problemas Financeiros Afligem 84% dos Trabalhadores

Isso mesmo que você acabou de ler…

84% da população brasileira tem problemas financeiros. Ou seja apenas 16% da população estão bem!

Foi isso que revelou a pesquisa realizada pela Unicamp e o Instituto Axxus.

Foram entrevistados 2.000 funcionários de 100 empresas, dos mais diferentes níveis hierárquicos, nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Bahia, Ceará, Mato Grosso do Sul, Amazonas e Distrito Federal.

Essa pesquisa e tantas outras realizadas somadas ao grande número de pessoas negativas em órgãos de proteção ao crédito revelam o problema que a população brasileira tem com a educação financeira, mas por quê?

Eu credito isso a duas coisas basicamente:

Primeiro – não temos a cultura de preparar nossas crianças e adolescentes para lidar com o dinheiro, e portanto desenvolvemos adultos frágeis financeiramente.

Ditados populares como… “se você esperar as condições perfeitas nunca vai fazer nada”, tem sido a mola propulsora para as pessoas não se planejarem.

O resultado óbvio é que as pessoas “metem” as caras e saem realizando os seus desejos em prol de viver feliz, o hoje e o agora.

Segundo – O imediatismo compulsivo levam as pessoas ao endividamento. A combinação do despreparo com a urgência de ter, levam as pessoas a decisões equivocadas que geram dívidas.

É preciso interromper esse ciclo.

Lembrem-se: Atitudes diferentes levam a resultados diferentes, então essa é a hora de mudar os hábitos!

Faça da parte da minoria que dá certo. Coragem e boa sorte!

Até a próxima…

A Cultura Financeira… E a síndrome do imediatismo!

Todos os anos sai o relatório do Banco Central, ou Serasa trazendo o perfil das pessoas endividadas no Brasil.

A cada ano esse relatório é bem parecido, a única coisa que o diferencia de uma ano para o outro é que a lista de endividados cresce.

Onde está o problema?

As pessoas tendem a colocar a culpa na baixa remuneração, e de fato isso tem sido um problema em nosso país. Todavia, as pessoas se tornam mais endividadas exatamente quando ganham um pouco mais.

Existem pessoas que ganham relativamente bem, mas também estão endividados. Então, o problema maior não esta na baixa remuneração. Então qual é o problema?

Permita lhe dar um exemplo para que você compreenda onde mora o problema:

Um carro está com a gasolina na reserva… Se ele correr (acelerar mais) ele consome mais combustível e consequentemente, irá percorrer um quilometragem menor. O segredo está em administrar corretamente um recurso escasso.

Assim são as pessoas. Elas aceleram na hora em que precisa por o pé no freio…

Nós quando estamos em uma corrida, inevitavelmente cansamos, e depois de algumas horas começamos a diminuir a velocidade, porque a capacidade pulmonar diminui, e se não reduzirmos,  as pernas perdem as forças, e a tendência é cair e desmaiar. Assim são nossas finanças, quando o caixa está curto, na reserva, pulmão cansado é hora de desacelerar.

Mas o que a sociedade faz é exatamente ao contrário!

As pessoas consomem, usam o cartão de crédito quando ele deveria entrar de férias e de repente a surpresa: nossas despesas estão maiores que nossas receitas. Parece que o caminho ficou mais longo e a gasolina não vai dar para chegar.

É assim todo mês… o dinheiro acaba antes do mês acabar…

Ou seja, não administramos bem o combustível (dinheiro) e ele acabou antes da hora.

Então a dica de hoje é desacelere… Sempre temos algo que é possível retirar, sempre tem algo supérfluo ou desnecessário no momento.

A vida financeira é como uma viagem feita com pouco combustível. Você terá que administrar o combustível (dinheiro), até que consiga chegar no próximo posto (o posto é data do seu pagamento).

Se você acelerar (seu estilo de consumo) demais, vai consumir mais combustível e sempre vai parecer que o posto está mais longe.

Toda vez que você acelera consome mais combustível (dinheiro) e ele vai faltar, e quando ele falta você tem que pedir ajuda (empréstimos) ou vai ter que empurrar o carro (dar calote em alguns pagamentos)  até o posto.

Essas duas decisões atrapalham muito a nossa viagem.

A primeira diminui nossa capacidade de compra que já é pequena, porque agora eu tenho que pagar juros.

A segunda gera um estresse de pessoas cobrando e aumenta nossa despesas no próximo trecho da viagem (meses subsequentes).

Quando entramos nesse ciclo vicioso, dá trabalho para sair, porque não podemos parar a viagem e começar de novo, precisaremos resolver com a viagem em curso.

E para tanto precisamos tomar atitudes, decisões que definirão uma viagem mais tranquila. No primeiro momento essas decisões parecem ruins, elas nos privam de algumas coisas, mas no futuro, permitirá que cheguemos ao destino mais inteiros.

Meu caro leitor, uso essa analogia, porque o nosso controle de caixa financeiro pessoal é bem parecido de como administramos o combustível de um carro…

O combustível ou dinheiro é o pulmão da nossa vida financeira: se faltar fôlego (dinheiro) teremos problemas.

E essa falta de folego é devido a síndrome do imediatismo.

Os nossos anseios somados com os apelos mercadológicos nos impulsionam, a adquirir antes do tempo aquilo que não precisamos agora e que irá retirar o nosso folego.

Você pode ter muito mais que imagina, porem de forma planejada. Se cair na síndrome do imediatismo você terá um felicidade rápida e mais rápida ainda será a infelicidade que baterá na sua porta.

Portanto, coragem! Decida por fazer compras inteligentes e gaste sempre menos do que ganha. Até a próxima…